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domingo, 9 de outubro de 2016

Manejo Glicêmico

Aproveitando a perspectiva publicada incentivando o cuidado intensivo:
http://www.medscape.com/viewarticle/869429

Relembro os parceiros e clientes que a monitoração contínua associada pronta intervenção continua sendo meu padrão de abordagem, onde obtemos melhora sustentável.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Epilepsia

Em 21/01/2013 "Maria escreveu:
>
Tenho uma filha de dezessete anos que tem o g40.0 

Vivo há doze anos em prol dela .Eu gostaria de saber quais os procedimentos para que minha filha não tivesse mais convulsões, pois é sofrido para ela e para mim. Obrigada.
>
> Referrer: http://luizmeira.com/cid-10.htm

Olá Maria.

O manejo desta situação segue os procedimentos protocolares:

Evitar alergias
luizmeira.com/ai.htm

Usar anticonvulsivante eficaz
http://luizmeira.com/dados/medical/natural/homeo/boerick/aven.htm

Os pacientes que conseguem evitar as alergias deixam de tomar até mesmo os anticonvulsivantes naturais.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Manteiga

Manteiga é neutra e gorduras insaturadas ainda são melhores para a saúde

Dra. Veronica Hackethal
02 de agosto de 2016

 

Vilã de longa data, a gordura parece reencontrar seu lugar ao sol. Dois novos estudos  alimentaram a polêmica sobre quais tipos de gordura fazem bem à saúde em longo prazo e quais devem ser evitados.

O primeiro estudo, uma meta-análise conduzida pelo Dr. Dariush Mozaffarian, da Tufts University, em Boston, Massachusetts, levantou a questão: "A manteiga está de volta?". Foram identificados apenas efeitos fracos ou neutros do consumo de manteiga em relação ao risco de doença cardiovascular e à mortalidade global, sugerindo que a manteiga pode não ser tão nociva como se pensava.

Os resultados, publicados online em 29 de junho no periódico PLoS One, representam a mais abrangente avaliação já produzida a respeito dos efeitos para a saúde do consumo continuado de manteiga.

"Apesar de os maiores consumidores de manteiga  costumarem ter  estilos de vida e dietas menos saudáveis, [o seu consumo] parece ser bastante neutro, em geral", afirmou a primeira autora do estudo, Laura Pimpin, em um comunicado para a imprensa. Laura é analista de dados em modelos de saúde pública para o UK Health Forum.

"Isto indica que a manteiga pode ser um alimento 'intermediário', ou seja, uma escolha mais saudável do que açúcar ou amido — como pão branco ou batata, alimentos usualmente consumidos com manteiga —, que têm sido associados a alto risco de diabetes e doença cardiovascular; porém uma escolha menos saudável do que muitas margarinas e óleos de cozinha — ricos em gorduras saudáveis, como os de soja, canola, linhaça e o azeite de oliva extra virgem —, que provavelmente seriam de menor risco se comparados à manteiga ou a grãos refinados, amidos e açúcares", acrescentou.

O segundo estudo, publicado online em 5 de julho no periódico JAMA Internal Medicine, baseia-se em dois extensos bancos de dados com informações dos participantes do Nurses' Health Study e do Health Professionals Follow-up Study, acompanhados por mais de três décadas.

Os resultados indicam que a ingestão de grandes quantidades de gordura saturada e gordura trans aumenta o risco de morte, enquanto a de gordura poli-insaturada e gordura monoinsaturada pode diminuir este risco. A substituição de gordura saturada pela mesma quantidade de calorias de gordura poli-insaturada e gordura monoinsaturada foi ligada à redução do risco de morte.

"Nos últimos anos tem havido uma confusão generalizada na comunidade biomédica e entre o público em geral em relação aos efeitos de certos tipos de gordura da dieta sobre a saúde. Este estudo documenta importantes benefícios das gorduras insaturadas, especialmente quando substituem as gorduras saturadas e as gorduras trans", disse o primeiro autor do estudo, Dr. Dong Wang, da Harvard TH Chan School of Public Health, em Boston, Massachusetts, em um comunicado da instituição.

Os resultados dão embasamento às 2015-2020 Dietary Guidelines for Americans , que, pela primeira vez, retiraram a recomendação de limitar a gordura total e optaram por indicar uma dieta com baixo teor de gordura saturada, conforme relatado pelo Medscape.

Resultados não necessariamente discordantes

Os resultados das publicações não são excludentes, afirmou Keith Ayoob, do Albert Einstein College of Medicine, no Bronx, Nova York, que não  participou de nenhum dos estudos.

Em vez disso, a mensagem de ambos é que os óleos insaturados ainda são, em grande parte, melhores do que as gorduras saturadas.

"A mensagem é: quando houver alternativa, opte pela gordura monoinsaturada. Isto é uma prioridade", afirmou Ayoob ao Medscape. "Algumas fontes de gordura são realmente benéficas e essas são as que queremos priorizar".

"Não é que a manteiga seja melhor, ela está mais para neutra. A manteiga não necessariamente produz os resultados positivos que você procura", disse, "por outro lado, derivados lácteos integrais podem ter alguns aspectos positivos", acrescentou.

Evidências recentes sugerem uma possível ação metabólica protetora relacionada com alguns derivados lácteos, como iogurte e queijo, alimentos tradicionais da dieta mediterrânea.

"Está se tornando claro que nem todas as gorduras saturadas se comportam da mesma forma no corpo", afirmou Ayoob.

O X da questão é focar no perfil individual dos ácidos graxos dos alimentos e na diversidade  das fontes alimentares. Um número cada vez maior de evidências indica a necessidade de as orientações alimentares evitarem a concentração em nutrientes isolados e priorizarem o padrão alimentar global.

"A gordura monoinsaturada não é apenas neutra, ela é, na verdade, muito útil. Sabemos que dietas ricas em azeite de oliva e frutas oleaginosas geram resultados positivos", enfatizou Ayoob.

Por exemplo, evidências do estudo da PREDIMED, um ensaio de cinco anos realizado na Espanha, que randomizou participantes para uma dieta mediterrânea complementada com azeite de oliva ou frutas oleaginosas ou para uma dieta controlada, com baixo teor de gordura, sugerem diversos benefícios à saúde associados à dieta mediterrânea.

Assim como melhores resultados na prevenção de doença cardiovascular e menores índices de ganho de peso em comparação  à dieta com baixo teor de gordura, além de reversão da síndrome metabólica e redução da incidência de diabetes. A alimentação mediterrânea também tem sido associada a ganhos cognitivos e à redução do risco de acidente vascular encefálico.

"Comer gordura não engorda"

De fato, o National Obesity Forum, no Reino Unido, recentemente intensificou a controvérsia sobre o consumo de gordura com a divulgação de um de relatório contendo a seguinte afirmação: "comer gordura não engorda".

O relatório cita vários estudos sugerindo que adotar uma dieta com alto teor de gordura e baixo teor de carboidratos pode ser melhor do que ter uma dieta com baixo teor de gordura, tanto para perda de peso quanto para redução de risco de doença cardiovascular.

No entanto, o texto vai além, e aconselha que as pessoas parem de contar calorias e cortem o hábito de beliscar, porque diferentes tipos de alimento produzem diferentes efeitos metabólicos. E afirma ainda que "gordura saturada não causa doença cardíaca" e que os laticínios integrais podem trazer benefícios para a saúde.

Ayoob, no entanto, não necessariamente concorda com o relatório e recomenda uma abordagem individualizada, que leve em consideração o padrão alimentar e o perfil metabólico de cada paciente.

Uma dieta com alto teor de gordura significa menos comida no prato, explicou. Portanto, para quem tem necessidade de porções mais frequentes ao longo do dia, uma dieta mais gordurosa pode ser um desafio.

"Em última instância, perder peso é o que vai melhorar sua saúde. Você pode perder peso em dietas de consumo alto, baixo ou regular de gordura. Estou mais preocupado com qual tipo de dieta cada indivíduo consegue adotar a fim de manter um peso mais baixo", disse, "espero que as pessoas não comecem a consumir gordura saturada descontroladamente por entenderem que ela está 'liberada para todo mundo'. Ainda é necessário prestar atenção à quantidade", acrescentou.

Resultados recentes: gordura poli-insaturada e gordura monoinsaturada são melhores do que manteiga

O novo estudo, realizado pelo Dr. Wang e colaboradores contou com 84.349 mulheres doNurses' Health Study e 42.884 homens do Health Professionals Follow-up Study. Os participantes informaram os seus hábitos de ingestão de gordura nos questionários de frequência alimentar, realizados no início do estudo e a cada dois a quatro anos. Os pesquisadores separaram os participantes em cinco grupos, com base no aumento do consumo de diferentes tipos de gorduras. Eles avaliaram então as mortes totais e as mortes causadas por doenças cardiovasculares, respiratórias, neurodegenerativas e por câncer.

Ao longo de mais de 32 anos de acompanhamento, ocorreram 33.304 mortes. Após o ajuste para 18 fatores de risco como tabagismo, hipertensão, índice de massa corporal (IMC) e hipercolesterolemia, e comparando o grupo com maior ingestão em cada categoria de tipo de gordura com a mesma quantidade de calorias em carboidratos, os resultados mostraram aumento do risco de morte relacionado ao consumo de gordura saturada e de gordura trans. Gorduras poli-insaturadas e gorduras monoinsaturadas se correlacionaram a menor risco de morte

A substituição de apenas 5% das calorias de gordura saturada por gordura poli-insaturada e monoinsaturada reduziu a mortalidade global em 27% e 13% (HR, 0,73 e 0,87, respectivamente).

O consumo de gordura poli-insaturada contendo ω-6, especialmente o ácido linoleico de origem vegetal, foi associado a redução do risco de morte na maioria das principais causas. Comer derivados de peixe com gordura poli-insaturada ω-3 se correlacionou a uma discreta redução do risco de morte global (HR comparando quintis extremos, 0,96; P = 0,002 para a tendência).

"Nosso estudo mostra a importância de eliminar a gordura trans e substituir a gordura saturada pelas gorduras insaturadas, incluindo os ácidos graxos poli-insaturados tanto ômega-6 quanto ômega-3", afirmou o autor sênior Dr. Frank Hu, médico professor de nutrição e epidemiologia naHarvard Chan School e professor de medicina na Harvard Medical School.

"Na prática, isto pode ser conquistado por meio da substituição das gorduras animais por  vários óleos vegetais líquidos", acrescentou.

No estudo realizado pelo Dr. Mozaffarian e colaboradores, os pesquisadores analisaram nove bancos de dados desde o início do estudo até maio de 2015, sem considerar linguagem ou configuração. Eles identificaram nove estudos de coorte, mas nenhum estudo randomizado controlado. Utilizaram como padrão para os estudos a recomendação do US Department of Agriculture, de 14 g/dia de manteiga (aproximadamente uma colher de sopa).

A análise abrangeu 15 coortes específicas dos Estados Unidos e da Europa (ocidental e do norte), com 636.151 participantes. Foram contabilizados 9.783 casos de doenças cardiovasculares, 23.954 casos de diabetes e 28.271 mortes.

Os resultados mostraram uma fraca associação entre o consumo de manteiga e mortalidade por todas as causas, mas não houve nenhuma relação significativa entre o consumo de manteiga e doenças cardiovasculares, incluindo doença coronariana e acidente vascular encefálico. O consumo de manteiga foi associado a uma ligeira diminuição dos casos de diabetes de início recente.

"No geral, nossos resultados sugerem que a manteiga não deve ser demonizada nem considerada como 'volta' de um caminho para a saúde", disse Dr. Mozaffarian em comunicado da Tufts para a imprensa.

"Mais pesquisas são necessárias para a melhor compreensão do potencial observado de redução do risco de diabetes, que também foi indicado em alguns outros estudos sobre gorduras lácteas. Isto pode ser real ou devido a outros fatores ligados à ingestão da manteiga — nosso estudo não prova causa e efeito", concluiu.

O estudo realizado por Pimpin e Mozaffarian foi apoiado por uma verba de pesquisa do National Heart, Lung and Blood Institute, do National Institutes of Health (NIH). O Dr. Mozaffarian declara recebimento de honorários ad hoc, consultoria e royalties de capítulo e/ou participação no conselho de: Boston Heart Diagnostics, Haas Avocado Board, AstraZeneca, GOED, Life Sciences Research Organization, UpToDate e Elysium Health. Dr. Mozaffarian é um dos três inventores em uma concessão para "Utilização do ácido trans palmitoleico na identificação e no tratamento da doença metabólica". Os coautores declararam não possuir conflitos de interesses relevantes. O estudo de Wang et al. foi subsidiado pelo NIH. Dr. Hu informou receber patrocínio para pesquisas da California Walnut Commission  e da Metagenics. Os coautores declararam não possuir relações financeiras relevantes. Dr. Ayoob declarou não possuir conflitos de interesses relevantes.

PLoS One. Publicado online em 27 de junho de 2016. Artigo

JAMA Int Med. Publicado online em 5 de julho de 2016. Resumo

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Arroz Parboilizado



O processo de parboilização foi descoberto , por acaso, pelo químico e nutrólogo inglês Eric Huzenlaub, no inicio do século XX. Este, percorrendo as tribos da Índia e África, cuja alimentação básica era o arroz, constatou grande ocorrência da doença beribéri,causada por insuficiência vitamínica nas populações que consumiam o produto sem a parboilização e ,nenhum sintoma de anormalidade, entre aqueles que utilizavam o arroz parboilizado – na época, um processo primitivo, no qual o arroz em casca era mergulhado em potes de barro com água à temperatura ambiente. Em seguida, era secado ao sol ou em chapas aquecidas e, posteriormente , descascado. Na década de 1940, Huzenlaub associou-se ao americano Gordon L. Harwell e fundaram , nos Estados Unidos a Converted Rice, Inc. , a primeira empresa de arroz a utilizar tecnologia na parboilização do arroz. No Brasil, a tecnologia de parboilização foi introduzida na década de 1950. O arroz parboilizado era conhecido como arroz Malekizado e , também, como: amarelão, amarelo e macerado. Denomina-se arroz parboilizado o arroz que sofreu processo de parboilização.

A parboilização é o processo hidrotérmico no qual o arroz em casca é imerso em água potável a uma temperatura acima de 58°C, seguidos de gelatinização parcial ou total do amido e secagem.
O que isso significa? Significa que o arroz, durante o processo de parboilização, sofre um pré-cozimento, em que os nutrientes do pericarpo são parcialmente passados para a cariopse do grão. O arroz parboilizado é naturalmente mais nutritivo, pois nenhum composto químico é adicionado ao processo. Seu sabor característico e seu tom amarelado são decorrentes da mudança da estrutura do amido e fixação dos nutrientes, o que indica que o arroz parboilizado tem preservadas suas propriedades nutritivas naturais. A palavra parboilizado tem origem na adaptação do termo inglês parboiled, proveniente da aglutinação de partial + boiled, ou seja, parcialmente fervido.

A parboilização é realizada através de três operações básicas:

1. Encharcamento: o arroz em casca é colocado em tanques com água quente por algumas horas. Neste processo, as vitaminas e sais minerais que se encontram na película e germe, penetram no grão à medida que este absorve a água.

2. Gelatinização: Processo Autoclave – o arroz úmido é submetido a uma
temperatura mais elevada sob pressão de vapor, ocorrendo uma alteração na estrutura do amido. Nesta etapa, o grão fica mais compacto e as vitaminas e sais minerais são fixados em seu interior.

3. Secagem: O arroz é secado para posterior descascamento, polimento e
seleção.


Suas vantagens:
- Rico em vitaminas e sais minerais, devido ao processo de parboilização;
- Quando cozido, fica sempre soltinho;
- Rende mais na panela;
- Requer menos óleo no cozimento;
- Pode ser reaquecido diversas vezes, mantendo suas propriedades;
- Alto grau de higiene no processo de industrialização;
- Conserva-se por mais tempo.

O Brasil detém a tecnologia de parboilização mais avançada do mundo! Originário da Ásia, o arroz foi atravessando fronteiras e acabou se transformando em um dos principais alimentos da cozinha brasileira. Da raiz nascem os caules.Cada caule termina em um fluorescência, chamada espiga, que tem setenta a trezentos grãos. Quando não é polido, o aspecto e composição do grão natural não são modificados: ele é apenas descascado, ficando com a fina película mais escura que o recobre. Este é o arroz integral.

Destaque Nutricional:
O arroz é um alimento essencialmente energético, mas pobre em substâncias nutritivas, pois perde maior parte delas ao ser polido. Já o arroz integral, que conserva o germe e a parte externa do grão, é muito rico em nutrientes contendo proteínas e sais minerais (fósforo, ferro e cálcio) e vitaminas do complexo B.

Tipos de arroz:

Arroz Selvagem ou preto: arroz de grão longo e fino, coloração negra por fora e branca por dentro; trata-se de um tipo de grama que cresce principalmente em pântanos e perto de lagos. Este tipo contém mais proteínas e fibras que o arroz comum, sendo ótima opção para aumentar o conteúdo protéico de uma dieta vegetariana, por exemplo. Para pessoas que sofrem de obstipação (intestino peso), auxilia no aumento do bolo fecal, com consumo freqüente de água, melhorando o trânsito intestinal.

Arroz sanishiki ou Japonês: Arroz utilizado na culinária japonesa, e por característica, apresenta-se com grãos unidos. Quanto às propriedades nutricionais, possui maior quantidade de carboiratos que todos, por possuir maior quantidade de amido em sua parte externa, o que dá a massa que une os grãos.

Integral: este tipo de arroz, produzido há muitos anos na Índia, Birmânia e Paquistão, de maneira primitiva, consistia em fervê-lo com casca, por uma hora, em tanques ligeiramente abertos, espalhados no chão para secar e, em seguida, beneficiado.

Recentemente esse método foi aperfeiçoado, sendo executado, normalmente, nos quatro estágios seguintes: maceração, tratamento com vapor, secagem e beneficiamento.

Durante esse tratamento, a tiamina (vitamina B1) e outros componentes solúveis em água, que estavam no gérmen e nas camadas mais externas, difundem-se através do grão.

Então, durante o processo de beneficiamento, haverá menor perda desses elementos do que o beneficiamento do arroz comum, ou seja, sem qualquer tratamento.

Não descascado nem polido, contém fibras e vitaminas em porções maiores que o polido. Este tipo de arroz é praticamente a base da alimentação macrobiótica. É o arroz com maior quantidade de gordura, cerca de 6.6%, sendo esta, benéfica à saúde. Possui também uma boa quantidade de vitaminas e minerais.

Polido: Base da alimentação do brasileiro é um alimento rico em carboidratos e pouca proteína. Em combinação com o feijão, como hábito de nossa culinária, forma um composto de aminoácidos (constituintes das proteínas) mais completo.

Parboilizado: o grão inteiro é submetido ao processo de parboilização (deixado em água fervente por um período de 8 horas), método tradicional há dois mil anos na Índia e Paquistão. Este processo deixa a casca solta, facilitando a moagem dos grãos. Este tipo de arroz tem um valor nutricional maior que o arroz comum, pois as vitaminas são permeadas para o interior do grão, não se perdendo durante a moagem.

Malequizado: é um arroz semi-integral, passa por um processo de malequização, ou seja, o arroz com casca é macerado em água ria por três dias e depois submetido a altas temperaturas (até 700ºC), sendo por fim desidratado e descascado. Também tem um valor nutricional melhor que o arroz comum pelo mesmo motivo do parboilizado.

Jasmim ou aromático: arroz aromático de origem tailandesa; de textura macia e úmida, os grãos ficam bem ligados. O mais conhecido é o Jasmim, utilizado na culinária Tailandesa. Está em segundo lugar na classificação do arroz em relação ao conteúdo de proteína.

Arroz Arbório: é uma variante italiana de grão médio, de coloração levemente amarelada e com textura cremosa; é o mais indicado para fazer risoto, pois contém grande quantidade de amido e, em decorrência disso, permanece com a parte central firme, mesmo depois de um longo cozimento.

Basmati: nativo do Paquistão e da Índia, também cultivado em outros países; após o processo de cozimento, seus grãos ficam secos e soltos.

Basmati integral ou vermelho: arroz não descascado nem polido de coloração avermelhada. Não encontrada a composição nutricional, porém, por não ser descascado, possui uma quantidade maior de micronutrientes contidos na casca, bem como fibras e proteína.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Furúnculos



São comuns naqueles que usam suínos na alimentação.

Utilizar a Babosa para higienizar e cicatrizar as lesões.

Avaliar cura com leucograma aumenta a segurança.

Boa exposição no MD Saúde